EFICIí­Å NCIA DE ANESTÉSICOS EM Fí­Å MEAS DO GASTRÓPODE Littoraria angulifera

Autores

  • Gabriela Calvi ZEIDAN Universidade Estadual de Santa Cruz -  UESC, Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, Laboratório de Moluscos Marinhos -  LMM
  • Carlos Miguez BARROSO Universidade de Aveiro -  UA, Centro de Estudos do Ambiente e do Mar -  CESAM, Departamento de Biologia, Campus Universitário de Santiago http://orcid.org/0000-0003-0493-3185 (não autenticado)
  • Guisla BOEHS Universidade Estadual de Santa Cruz -  UESC, Programa de Pós-graduação em Ciência Animal, Laboratório de Moluscos Marinhos -  LMM http://orcid.org/0000-0002-2601-5599 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.304

Palavras-chave:

eugenol, cloreto de magnésio, mentol, moluscos, sedação

Resumo

O presente estudo avaliou o efeito de três anestésicos em três concentrações, o mentol (C10H20O) (1%; 1,5%; 2%), o eugenol (C10H12O2) (0,5%; 1%; 1,5%) e o cloreto de magnésio (MgCl2) (4%;7%;10%), diluí­­dos em água destilada, sobre fêmeas do gastrópode Littoraria angulifera. Para cada concentração foram utilizadas 20 fêmeas (total = 180), com altura da concha entre 18,3 e 26,1 mm, coletadas no mesmo local. Foram observados os tempos de indução e de recuperação do efeito sedativo, assim como a sobrevivência. Os animais foram mantidos em aquários a uma temperatura laboratorial de 25±1°C e as observações foram feitas a cada 30 minutos após a anestesia, durante 2 horas. Após o término do experimento, os animais foram mantidos nos aquários e observados por 15 dias quanto í­Â  sobrevivência. Apenas o MgCl2 causou efeito sedativo sobre L. angulifera, sendo que a 4% e a 7% observou-se sedação de 20% e de 95% dos animais, respectivamente, após 2 horas de anestesia, enquanto que a 10%, todos os animais foram anestesiados em 1 hora. Em conclusão, L. angulifera pode ser anestesiada de forma eficiente em uma solução de 10% de MgCl2 durante 1 h e a sua recuperação ocorre ao fim de 30 minutos sem nenhum efeito colateral evidente no comportamento e na sobrevivência.

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Publicado

2018-12-25

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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