Viabilidade econômica da produção de alevinos de espécies reofí­­licas em uma piscicultura na Amazônia Oriental

Autores

  • Marcos Ferreira BRABO Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto de Estudos Costeiros (IECOS), Campus de Bragança
  • Mauro Henrique Dias REIS Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto de Estudos Costeiros (IECOS), Campus de Bragança
  • Galileu Crovatto VERAS Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto de Estudos Costeiros (IECOS), Campus de Bragança http://orcid.org/0000-0002-9975-830X (não autenticado)
  • Márcio José Macedo da SILVA Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará (SEPAq)
  • Alex da Silva Lobão de SOUZA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA)
  • Raimundo Aderson Lobão de SOUZA Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Instituto Sócio Ambiental e de Recursos H-­­dricos (ISARH)

Palavras-chave:

Colossoma macropomum, Prochilodus lineatus, Leporinus macrocephalus, reprodução induzida, indicadores econômicos

Resumo

O objetivo deste trabalho foi analisar a viabilidade econômica da produção de alevinos de espécies reofí­­licas em uma piscicultura no Nordeste Paraense. Utilizou-se a estrutura de custo operacional e indicadores de viabilidade econômica para avaliar a produção de alevinos de tambaqui, curimatã e piauçu na Estação de Piscicultura Orion Nina Ribeiro, no municí­­pio de Terra Alta. O custo de implantação foi estimado em R$ 211.029,00, custo operacional efetivo, em R$ 239.174,25 e custo operacional total por milheiro de alevinos, em R$ 118,23. A receita bruta anual foi estimada em R$ 318.600,00 e o lucro operacional mensal, em R$ 5.623,27. Obtiveram-se taxa interna de retorno de 38%, valor presente lí­­quido de R$ 509.921,71, relação benefí­­cio custo de R$ 1,33 e perí­­odo de retorno do capital de 2,6 anos. Concluiu-se que a produção de alevinos das espécies reofí­­licas tambaqui, curimatã e piauçu no Nordeste Paraense é um investimento viável, apresentando indicadores de rentabilidade atrativos.

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Publicado

2018-07-18

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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