AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO Sí­Å MEN DO JUNDIÁ, Rhamdia quelen

Autores

  • Arthur Augusto FERREIRA Programa de Pós-Graduação em Aquicultura - Universidade Federal de Santa Catarina/CCA
  • Alex Pires de Oliveira NUÑER LAPAD - Departamento de Aquicultura - Universidade Federal de Santa Catarina/CCA http://orcid.org/0000-0002-4682-3307 (não autenticado)
  • Ronald Kennedy LUZ Programa de Pós-Graduação em Aquicultura - Universidade Federal de Santa Catarina/CCA http://orcid.org/0000-0002-1021-5772 (não autenticado)
  • David Augusto Reynalte TATAJE Programa de Pós-Graduação em Aquicultura - Universidade Federal de Santa Catarina/CCA
  • Juan Ramon ESQUIVEL Piscicultura Panamá - Estrada Geral do Bom Retiro
  • Jose Barrios RESTREPO Piscicultura Panamá - Estrada Geral do Bom Retiro

Palavras-chave:

Rhamdia quelen, jundiá, concentração espermática, motilidade do sêmen, pH

Resumo

O presente estudo teve como objetivo avaliar as caracterí­­sticas qualitativas e quantitativas do sêmen do jundiá, Rhamdia quelen, assim como verificar a influência do pH na motilidade espermática e a necessidade de indução hormonal para a reprodução dos machos. As amostras de sêmen foram coletadas em duas etapas: na primeira foram utilizados quinze machos para a análise quali-quantitativa e, na segunda, nove machos, induzidos e não induzidos hormonalmente, para avaliar a influência do pH 4, 5, 6, 7, 8 e 9 no tempo de motilidade espermática. Na primeira etapa, o volume coletado de sêmen foi de 0,41 ± 0,37 mL. A motilidade espermática variou entre 60 e 70% e a concentração espermática, entre 24.650.000 e 138.950.000 células/mm3. Na segunda etapa, três machos foram induzidos e apresentaram motilidade média de 88,3% enquanto os seis não induzidos apresentaram motilidade média de 72,5%. Com relação aos diferentes pH, não foi encontrada diferença significativa no tempo de motilidade do sêmen, entre machos induzidos e não induzidos. O jundiá é uma espécie que apresenta boas caracterí­­sticas seminais, não sendo necessária sua indução na época da desova.

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Publicado

2018-10-28

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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