Amiloodiniose em juvenis de Diplodus argenteus (SPARIDAE) mantidos em diferentes salinidades

Autores

  • Marcelo SOETH Mestrando em Sistemas Costeiros e Oce-­¢nicos -  UFPR. Laboratório de Ecologia de Peixes. Universidade Federal do Paraná. Centro de Estudos do Mar -  CEM http://orcid.org/0000-0003-3968-1993 (não autenticado)
  • Luciene Corrêa LIMA Professora Adjunta. Laboratório de Sanidade de Animais Aquáticos -  UFPR. Universidade Federal do Paraná. Centro de Estudos do Mar -  CEM
  • Felippe Alexandre DAROS Doutorando em Zoologia -  UFPR. Laboratório de Ecologia de Peixes. Universidade Federal do Paraná. Centro de Estudos do Mar -  CEM http://orcid.org/0000-0003-4848-5169 (não autenticado)

Palavras-chave:

marimba, parasitismo, protozoário, piscicultura

Resumo

O presente trabalho é o primeiro registro da ocorrência de amiloodiniose em marimbás Diplodus argenteus e da resistência de indiví­­duos jovens da espécie a uma ampla faixa de salinidade. Amiloodiniose foi diagnosticada em um experimento de crescimento conduzido com 540 jovens com peso médio de 0,1 ± 0,03 g e 19,0 ± 1,83 mm de comprimento total, distribuí­­dos em 18 aquários na densidade de 0,33 ind L-1 e alimentados com ração comercial peletizada durante 14 dias. Seis tratamentos, T1 a T6, em triplicata, corresponderam í­Â s salinidades testadas: 10, 15, 20, 25, 30 e 34 ups, respectivamente. Enquanto os parí­¢metros básicos de qualidade de água mantiveram-se dentro da normalidade para todos os tratamentos, as taxas de mortalidade foram significativamente diferentes, variando de 0 a 100% ao final do estudo. Os resultados indicam que os marimbás toleram diferentes salinidades, mas são consideravelmente susceptí­­veis í­Â  amiloodiniose; Amyloodinium cf. ocellatum tem sua manifestação inibida em menores salinidades.

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Publicado

2018-11-11

Edição

Seção

Nota cientí­­fica