Qualidade de vida e condições para se viver na pesca artesanal em Itanhaém-SP

Autores

  • Natali Isabela Pierin PICCOLO Pesquisador independente
  • Ingrid Cabral MACHADO Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios -  APTA, Secretaria de Agricultura e Abastecimento -  SAA-SP, Instituto de Pesca -  IP, Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho -  CAPTAPM
  • Marcelo Barbosa HENRIQUES Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios -  APTA, Secretaria de Agricultura e Abastecimento -  SAA-SP, Instituto de Pesca -  IP, Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho -  CAPTAPM http://orcid.org/0000-0003-1419-9121 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.260

Palavras-chave:

bem-estar, indicadores, subjetividade, satisfação, pesca

Resumo

Novas contribuições í­Â  gestão pesqueira vêm sendo discutidas a partir de abordagens sobre bem-estar e qualidade de vida. No Brasil, a qualidade de vida (QV) e condições para se viver (QCV) foram avaliadas para comunidades rurais e aquicultores, com resultados objetivos que poderiam contribuir também í­Â  avaliação da atividade pesqueira de pequena escala. O presente trabalho buscou conhecer o distanciamento entre os olhares de pescadores e técnicos do municí­­pio de Itanhaém/SP sobre a atividade pesqueira em quatro dimensões: social, ambiental, econômica e governança, a partir de uma abordagem qualiquantitativa. A dimensão governança foi a mais crí­­tica e insatisfatória, implicando no menor indicador de qualidade de vida (IQV) e condições para se viver (IQLC), ressaltando a discussão sobre a necessidade de novos estudos sobre como os processos institucionais interferem no bem-estar da comunidade pesqueira da região.

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Publicado

2018-12-19

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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