Qualidade de vida e condições para se viver na pesca artesanal em Itanhaém-SP
DOI:
https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.260Palavras-chave:
bem-estar, indicadores, subjetividade, satisfação, pescaResumo
Novas contribuições í gestão pesqueira vêm sendo discutidas a partir de abordagens sobre bem-estar e qualidade de vida. No Brasil, a qualidade de vida (QV) e condições para se viver (QCV) foram avaliadas para comunidades rurais e aquicultores, com resultados objetivos que poderiam contribuir também í avaliação da atividade pesqueira de pequena escala. O presente trabalho buscou conhecer o distanciamento entre os olhares de pescadores e técnicos do município de Itanhaém/SP sobre a atividade pesqueira em quatro dimensões: social, ambiental, econômica e governança, a partir de uma abordagem qualiquantitativa. A dimensão governança foi a mais crítica e insatisfatória, implicando no menor indicador de qualidade de vida (IQV) e condições para se viver (IQLC), ressaltando a discussão sobre a necessidade de novos estudos sobre como os processos institucionais interferem no bem-estar da comunidade pesqueira da região.







