MICOBACTERIOSE EM PEIXES

Autores

  • Carlos ISHIKAWA Pesquisador Cientí­­fico -  Centro de Pesquisa em Aq-­¼icultura - Instituto de Pesca , São Paulo, SP
  • Eliana MATUSHIMA Professora Doutora -  Departamento de Patologia -  Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia -  Universidade de São Paulo, São Paulo http://orcid.org/0000-0003-2526-7601 (não autenticado)
  • Clovis SOUZA Professor Doutor -  Departamento de Morfologia e Patologia -  Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP http://orcid.org/0000-0003-4335-1460 (não autenticado)
  • Jorge TIMENETSKY Professor Doutor -  Departamento de Microbiologia -  Instituto de Ciências Biomédicas - Universidade de São Paulo, São Paulo, SP http://orcid.org/0000-0002-1344-3906 (não autenticado)
  • Maria RANZANI-PAIVA Pesquisador Cientí­­fico -  Centro de Pesquisa em Aq-­¼icultura - Instituto de Pesca , São Paulo, SP

Palavras-chave:

micobacteriose, Mycobacterium marinum, granuloma, peixes

Resumo

A micobacteriose é uma doença que pode afetar várias espécies de peixes, incluindo-se as espécies utilizadas em criações comerciais. É uma doença crônica, granulomatosa, denominada tuberculose ou, simplesmente, micobacteriose de peixes. Nos últimos anos, é crescente o interesse pela piscicultura em razão da sensí­­vel redução nos estoques pesqueiros. No entanto, a intensificação da criação favorece o desenvolvimento de enfermidades como a micobacteriose, causando prejuí­­zos, principalmente, por se tratar de doença crônica, que não pode ser facilmente notada. Além disso, as micobactérias são ubiquitárias, sendo encontradas na água, solo e poeira. A micobacteriose é conhecida desde 1863, quando Vilemin relatou a tuberculose em peixes e alguns invertebrados, porém pouco se conhece a respeito dessa doença em peixes considerando-se o grande número de espécies. Uma das espécies causadoras de micobacteriose em peixes pode provocar em humanos o granuloma de piscina, doença considerada de origem ocupacional ou recreacional. Este estudo reúne alguns trabalhos sobre micobacterioses, para melhor compreendê-las e, assim, contribuir para a sua prevenção e preservação da saúde do plantel aquí­­cola brasileiro, assim como da saúde humana.

 

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Publicado

2018-06-28

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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