Efeito combinado de temperatura e salinidade no consumo de oxigênio de póslarvas de camarão branco Litopenaeus vannamei

Autores

  • Pablo PIÑA-VALDEZ Facultad de Ciencias Quí­­mico Biológicas, Programa Regional para el Doctorado en Biotecnolog-­­a. Universidad Autónoma de Sinaloa / Facultad de Ciencias del Mar. Universidad Autónoma de Sinaloa
  • Juan Francisco ARZOLA-GONZALEZ Facultad de Ciencias Quí­­mico Biológicas, Programa Regional para el Doctorado en Biotecnolog-­­a. Universidad Autónoma de Sinaloa
  • Mario NIEVES-SOTO Facultad de Ciencias Quí­­mico Biológicas, Programa Regional para el Doctorado en Biotecnolog-­­a. Universidad Autónoma de Sinaloa / Facultad de Ciencias del Mar. Universidad Autónoma de Sinaloa http://orcid.org/0000-0001-6624-5068 (não autenticado)
  • María Alejandra MEDINA-JASSO Facultad de Ciencias Quí­­mico Biológicas, Programa Regional para el Doctorado en Biotecnolog-­­a. Universidad Autónoma de Sinaloa. Culiacán, Sinaloa, México.

Palavras-chave:

respiração, larvas, camarão branco do Pací­­fico, condiçí­µes hidrológicas

Resumo

O objetivo foi analisar o efeito combinado de temperatura e salinidade sobre o consumo de oxigênio em pós-larvas (PL12) de camarão branco Litopenaeus vannamei. Realizaram-se cinco experimentos em combinação de temperatura (15, 20, 25, 30 e 35°C) e salinidade (5, 15, 25, 35 e 45 ups). Para cada experimento foram utilizadas, no total, 125 garrafas de DBO de 300 mL, das quais 100 corresponderam aos tratamentos (temperatura x salinidade), com 20 pós-larvas cada uma, 20 garrafas como controle (sem pós-larvas) e as 5 restantes, como iniciais. As garrafas mantiveram-se em água recirculando com temperatura controlada dentro de cinco tinas de fibra de vidro (124 x 60 x 19 cm). Realizaram-se quatro leituras do consumo de oxigênio para um tempo decorrido de 1, 2, 4 e 8 h. í­â‚¬ primeira hora obtiveram-se 35 leituras do consumo (25 para os tratamentos [com pós-larvas], 5 brancos e 5 iniciais). í­â‚¬s 2 h, as leituras corresponderam a 30 garrafas (25 com pós-larvas e 5 brancos), e igualmente í­Â s 4 e 8 h. Os maiores consumos de oxigênio foram obtidos na maior temperatura e salinidade, sendo que os máximos foram 14,36 (35°C, 25 ups) e 13,52 (30°C, 45 ups) µg L-1 h-1 PL, e o mí­­nimo, 0,07 (20°C, 5 ups) µg L-1 h-1 PL. A temperatura, salinidade e sua interação foram significativas (P<0,05) sobre o consumo de oxigênio. Os melhores consumos de oxigênio das pós-larvas de L. vannamei foram í­Â s temperaturas de 25 e 30°C e salinidades de 15 e 25 ups.

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Publicado

2018-07-07

Edição

Seção

Artigo cientí­fico