Distribuição do agulhão negro no Atlí­¢ntico Sul e Equatorial e potencial de estratégia de manejo espacial

Autores

  • Ítala Alves de OLIVEIRA Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Programa de pós-graduação
  • Humberto Gomes HAZIN Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) http://orcid.org/0000-0002-5999-2230 (não autenticado)
  • Fábio Hissa Vieira HAZIN Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
  • Paulo Eurico Pires TRAVASSOS Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
  • Guelson Batista da SILVA Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)
  • Bruno Leite MOURATO Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Felipe CARVALHO Bolsista do Programa de Jovens Talentos do Cnpq, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

Palavras-chave:

GAMM, Makaira nigricans, fechamento de áreas, áreas protegidas

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo testar simulações de fechamentos de áreas de pesca para Makaira nigricans. Foram utilizados os Modelos Aditivos Generalizados, com dados de pesca e de variáveis ambientais para determinar a interferência destes fatores na Captura por Unidade de Esforço (CPUE) do agulhão-negro. O modelo final explicou 40% da variabilidade da CPUE, com maiores registros até 50 m de profundidade e temperatura entre 27°C e 29°C. A predição espacial anual demonstrou haver uma área com CPUE mais expressiva na porção central do Atlí­¢ntico Sul. Constatou-se também heterogeneidade espacial na CPUE do agulhão-negro durante os meses do ano, com uma variação sazonal bem definida, principalmente no 1° e 4° trimestres. Portanto, duas áreas foram escolhidas para as simulações de fechamentos (A1: 15°-20°S/25°-30°W e A2: 20°-25°S/30°-35°W). A redução das capturas de agulhão-negro não afetou, na mesma proporção, as capturas da espécie-alvo (espadarte).

Downloads

Publicado

2018-07-18

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)