Resposta fisiológica do tambaqui Colossoma macropomum (Characidae) ao estresse agudo

Autores

  • Marcos TAVARES-DIAS Laboratório de Patologia de Organismos Aquáticos, Centro de Aq-­¼icultura da Universidade Estadual Paulista (CAUNESP). http://orcid.org/0000-0002-8376-1846 (não autenticado)
  • Elziane Ferreira da Silva SANDRIM Piscicultura São Geraldo
  • Flávio Ruas de MORAES Laboratório de Patologia de Organismos Aquáticos, Centro de Aq-­¼icultura da Universidade Estadual Paulista (CAUNESP)/Departamento de Patologia Veterinária, FCAV-UNESP http://orcid.org/0000-0001-6607-8650 (não autenticado)
  • Paulo César Falanghe CARNEIRO Laboratório de Patologia de Organismos Aquáticos, Centro de Aq-­¼icultura da Universidade Estadual Paulista (CAUNESP)

Palavras-chave:

“tambaqui”, Colossoma macropomum, estresse, hematologia

Resumo

No presente trabalho avaliaram-se as respostas fisiológicas do tambaqui, Colossoma macropomum, submetido ao estresse de captura e manejo. Foram analisados o eritrograma, o leucograma, o hematócrito, a hemoglobina, o volume corpuscular médio (VCM), a concentração da hemoglobina corpuscular média (CHCM), a glicemia sanguí­­nea e o cortisol plasmático. Após estresse, observaram-se decréscimo do número total de eritrócitos, da concentração da hemoglobina e do hematócrito e elevação do VCM, da glicemia sanguí­­nea e do cortisol plasmático. Os leucócitos totais, o número de linfócitos e o de neutrófilos também aumentaram significativamente após o estí­­mulo estressante. Não foram registradas alterações significativas no CHCM e no número de monócitos e de células granulocí­­ticas especiais (CGE).

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Publicado

2018-10-28

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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