Enfoque combinado entre as boas práticas de manejo e as medidas mitigadoras de estresse na piscicultura

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Palavras-chave:

aquicultura, Boas Práticas de Manejo, estresse em peixes, Medidas Mitigadoras de Estresse, produtividade em aquicultura, segurança ambiental

Resumo

A aquicultura em ní­­vel mundial e nacional cresce em ritmo acelerado. Atualmente, o Brasil ocupa o 17º lugar no mundo em produção de peixes, mas o ritmo de seu crescimento desacelerou nos últimos anos. Analisando-se a região Sul, é possí­­vel perceber uma estagnação com tendência de queda na produção. Tanto no contexto de crescimento, quanto no de estagnação e queda de produção, a melhoria das condições de manejo é uma necessidade real e irreversí­­vel. Quando a atividade aquí­­cola cresce verifica-se a necessidade de intensificação da produção, o que acarreta vários problemas como maior quantidade de efluentes, surtos de doenças e uso de quí­­micos. Estes problemas induzem a necessidade de criação e implantação de Boas Práticas de Manejo (BPMs) que, se bem planejadas, levarão í­Â  segurança ambiental e ao aumento quali e quantitativo da produção. Num cenário de estagnação da atividade aquí­­cola, a implantação de ajustes e melhorias nos sistemas de produção através da adoção de BPMs pode ajudar na recuperação da atividade. Em ambos os cenários, o conceito clássico de BPMs, com enfoque ambiental puro, pode ser associado ao conceito das Medidas Mitigadoras de Estresse (MMEs). Este enfoque combinado impulsiona tanto a melhoria dos í­­ndices zootécnicos e econômicos quanto a segurança ambiental. Concluindo, a estreita relação entre as BPMs e as MMEs promove um ambiente preservado, que se constitui num ambiente adequado í­Â  vida aquática com baixos ní­­veis de estresse e, consequentemente, de alta produção.

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Publicado

2018-11-04

Edição

Seção

Nota cientí­­fica