QUALIDADE DA CARNE E RESPOSTAS DE ESTRESSE EM Piaractus mesopotamicus APÓS EXPOSIÇÃO í€ NÍVEIS SUBLETAIS DE AMÔNIA E SUBSEQUENTE RECUPERAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.20950/1678-2305.2019.45.1.325Palavras-chave:
peixe de água doce, toxicidade, composição proximal, lactato, peroxidação lipídica, análise sensorialResumo
O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da exposição a níveis subletais de amônia nos parí¢metros sanguíneos e qualidade da carne de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus). Além disso, também foi realizada a avaliação desses parí¢metros pós-recuperação em água livre de amônia. Os peixes (27,1 ± 5,4 g) foram expostos a 0,0 (controle); 0,5 e 1,0 mg N-NH3 L-1 por 10 dias seguidos pelo mesmo tempo de recuperação em água livre de amônia. Ao final dos 10 dias de exposição e após o período de recuperação foram coletadas amostras de sangue para determinação dos níveis de glicose, lactato e dos valores de hematócrito. Para avaliação dos níveis de peroxidação lipídica, da composição proximal e realização da análise sensorial, amostras de músculo/filé também foram coletadas. A exposição í amônia ocasionou alterações nos parí¢metros sanguíneos e afetou negativamente a análise sensorial dos filés de pacu. Entretanto, a composição proximal e o grau de peroxidação lipídica não foram alterados. Concluindo, a exposição a níveis subletais de amônia induziu respostas secundárias de estresse em juvenis de pacu e alterou características organolépticas do filé. Um período de recuperação de 10 dias foi suficiente para restaurar a homeostase e a qualidade do filé.







