QUALIDADE DA CARNE E RESPOSTAS DE ESTRESSE EM Piaractus mesopotamicus APÓS EXPOSIÇÃO í­â‚¬ NÍVEIS SUBLETAIS DE AMÔNIA E SUBSEQUENTE RECUPERAÇÃO

Autores

  • Lilian Fiori Nitz Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Oceanografia, Laboratório de Aquacultura Continental, Programa de Pós-graduação em Aquicultura
  • Lucas Campos Maltez Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Oceanografia, Laboratório de Aquacultura Continental, Programa de Pós-graduação em Aquicultura
  • Lucas Pellegrin Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Oceanografia, Laboratório de Aquacultura Continental, Programa de Pós-graduação em Aquicultura
  • Luciano de Oliveira Garcia Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Oceanografia, Laboratório de Aquacultura Continental, Programa de Pós-graduação em Aquicultura http://orcid.org/0000-0001-9133-7212 (não autenticado)
  • Luis André Luz Barbas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará -  IFPA, Laboratório de Aquacultura de Espécies Tropicais, Campus Castanhal, http://orcid.org/0000-0002-2708-8909 (não autenticado)
  • Carlos Prentice-Hernández Universidade Federal de Rio Grande -  FURG, Escola de Quí­­mica e Alimentos, Laboratório de Tecnologia de Alimentos, Programa de Pós-graduação em Aquicultura

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2019.45.1.325

Palavras-chave:

peixe de água doce, toxicidade, composição proximal, lactato, peroxidação lipí­­dica, análise sensorial

Resumo

O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da exposição a ní­­veis subletais de amônia nos parí­¢metros sanguí­­neos e qualidade da carne de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus). Além disso, também foi realizada a avaliação desses parí­¢metros pós-recuperação em água livre de amônia. Os peixes (27,1 ± 5,4 g) foram expostos a 0,0 (controle); 0,5 e 1,0 mg N-NH3 L-1 por 10 dias seguidos pelo mesmo tempo de recuperação em água livre de amônia. Ao final dos 10 dias de exposição e após o perí­­odo de recuperação foram coletadas amostras de sangue para determinação dos ní­­veis de glicose, lactato e dos valores de hematócrito. Para avaliação dos ní­­veis de peroxidação lipí­­dica, da composição proximal e realização da análise sensorial, amostras de músculo/filé também foram coletadas. A exposição í­Â  amônia ocasionou alterações nos parí­¢metros sanguí­­neos e afetou negativamente a análise sensorial dos filés de pacu. Entretanto, a composição proximal e o grau de peroxidação lipí­­dica não foram alterados. Concluindo, a exposição a ní­­veis subletais de amônia induziu respostas secundárias de estresse em juvenis de pacu e alterou caracterí­­sticas organolépticas do filé. Um perí­­odo de recuperação de 10 dias foi suficiente para restaurar a homeostase e a qualidade do filé.

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Publicado

2019-01-22

Edição

Seção

Artigo cientí­fico