Parí­¢metros hematológicos e histológicos de tilápia-do-nilo em resposta ao desafio de diferentes ní­­veis de salinidade

Autores

  • Denise Soledade Peixoto PEREIRA Departamento de Produção Animal, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, UFBA
  • Bartira GUERRA-SANTOS Departamento de Produção Animal, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, UFBA http://orcid.org/0000-0003-3179-5267 (não autenticado)
  • Eduardo Luiz Trindade Moreira Departamento de Produção Animal, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, UFBA
  • Ricardo Castelo Branco ALBINATI Departamento de Produção Animal, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, UFBA
  • Maria Consuelo Caribé AYRES Departamento de Patologia e Clinicas, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, UFBA http://orcid.org/0000-0002-0307-4641 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2016v42n3p635

Palavras-chave:

brí­¢nquias, células de cloreto, eletroforese, globulinas, tolerí­¢ncia

Resumo

Esta pesquisa teve por objetivo avaliar a influência de diferentes ní­­veis de salinidade sobre o desempenho zootécnico, parí­¢metros hematológicos e células de cloreto de tilápia do Nilo. 144 peixes, durante 97 dias, foram submetidos a quatro tratamentos experimentais de 0‰, 10‰, 20‰ e 25‰ de salinidade. Realizaram-se biometrias para acompanhamento dos í­­ndices zootécnicos, coletas de amostras sanguí­­neas para determinação do número de eritrócitos, volume globular, concentração de hemoglobina, í­­ndices hematimétricos, contagem de trombócitos e de leucócitos total e diferencial, além do perfil eletroforético das proteí­­nas séricas. As amostras branquiais foram para contagem do número de células de cloreto. Diferenças significativas foram encontradas na concentração de hemoglobina, nas proteí­­nas plasmáticas totais e no número de eritrócitos (p<0,05). Não foi observada diferença no número de leucócitos e de trombócitos. As proteí­­nas séricas apresentaram diferenças (p<0,05) nas frações pré-albunima, α1-globulina, α2-globulina, β-globulina e γ-globulina. Verificou-se relação direta entre o número de células de cloreto e o aumento nos ní­­veis de salinidade (p<0,05). Os constituintes do hemograma, o perfil eletroforético de proteí­­nas, bem como a análise quantitativa de células de cloreto branquiais, podem servir como indicares do mecanismo de adaptação e de tolerí­¢ncia í­Â  salinidade em tilápia do Nilo.

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Publicado

2016-09-30

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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