Indicadores socioeconômicos e percepção ambiental de pescadores em São Francisco do Conde, Bahia

Autores

Palavras-chave:

pesca marí­­tima artesanal, educação ambiental, conservação, recursos naturais, marisqueiras

Resumo

Objetivou-se verificar o perfil socioeconômico, saúde e percepção ambiental de pescadores e marisqueiras no municí­­pio de São Francisco do Conde, Bahia, Brasil. Foram entrevistadas 31 pessoas entre 30 e > 60 anos e baixo ní­­vel de escolaridade (67,7%). A renda de um a dois salários mí­­nimos foi observada em 55,0% dos entrevistados, embora 68,0% não tenham na pesca e/ou mariscagem a única fonte de renda. O sistema de saúde pública e hospital e/ou posto de saúde são utilizados por 41,9% e 93,5% dos entrevistados, respectivamente. Casos de diarreia foram relatados em 10,0% dos adultos e 14,0% das crianças. Todos os entrevistados se preocupam com a preservação ambiental, 54,0% consideram o lixo um poluente e 97,0% sabem da necessidade de projetos ambientais para a recuperação dos rios da região. A pesca artesanal não cumpre mais a função de subsistência do pescador, impelindo-o a buscar alternativas de renda.

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Publicado

2018-11-16

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Seção

Nota cientí­­fica

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