Proteina bruta em dietas para reprodutores de tilápia do Nilo
DOI:
https://doi.org/10.20950/1678-2305.2017.35.46Palavras-chave:
larva, desempenho reprodutivo, sêmen, sobrevivênciaResumo
O efeito de diferentes níveis de proteína bruta (32A, 32B, 36, 38, 44 e 50% PB; 3.500 kcal energia digestível) em reprodutores de tilápia-do-nilo foi avaliado. Após 30 semanas experimentais (set./14 a mar./15), 91,0% dos ovos de peixes alimentados com 44% PB eclodiram e produziram 16,4% de larvas viáveis a mais do que o tratamento que recebeu 32% PB. A produção de ovos e a fecundidade absoluta foram semelhantes entre os tratamentos (p>0,05). A motilidade e a velocidade médias do esperma, em linha reta e curvilínea, apresentaram valores satisfatórios no tratamento em 44% CP, ao contrário de 36% PB. Observou-se baixa rentabilidade com 32% PB; todavia, o lucro aumentou com o nível de proteínas na dieta. Respostas estatisticamente significativas não foram encontradas para o desempenho reprodutivo de fêmeas. Os resultados foram satisfatórios para a produção em escala comercial com o aumento da proteína bruta. A hipótese inicial foi demonstrada para a maioria dos parí¢metros avaliados em machos, crescimento de larvas e viabilidade econômica. Portanto, recomenda-se dieta com 44% PB para reprodutores de tilápia-do-nilo.







