Determinação da ingestão diária de proteí­­na digestí­­vel para tilápia-do-nilo em diferentes fases de crescimento

Autores

  • Julian David Alvarado CASTILLO Universidade Estadual Paulista (UNESP), Centro de Aquicultura (CAUNESP)
  • Thiago Matias Torres do NASCIMENTO Universidade Estadual Paulista (UNESP), Centro de Aquicultura (CAUNESP)
  • Cleber Fernando Menegasso MANSANO Universidade Estadual Paulista (UNESP), Centro de Aquicultura (CAUNESP) http://orcid.org/0000-0001-8415-1145 (não autenticado)
  • Nilva Kazue SAKOMURA Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Zootecnia http://orcid.org/0000-0001-5707-4113 (não autenticado)
  • Edney Pereira da SILVA Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Zootecnia http://orcid.org/0000-0001-8053-7681 (não autenticado)
  • João Batista Kochenborger FERNANDES Universidade Estadual Paulista (UNESP), Centro de Aquicultura (CAUNESP)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2017.54.63

Palavras-chave:

conversão alimentar, Oreochromis niloticus, deposição de proteí­­na, ganho de peso

Resumo

Objetivou-se estimar a eficiência de utilização e a ingestão ótima de proteí­­na digestí­­vel para maximizar o ganho de peso e a conversão alimentar de juvenis de tilápia-do-nilo em diferentes fases de crescimento. Cada um dos quatro ensaios durou 45 dias, utilizando-se juvenis revertidos sexualmente com peso médio inicial de 2,01g (fase A); 14,26 g (fase B); 59,96 g (fase C) e 149,11 g (fase D). O delineamento adotado foi o inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os ní­­veis de proteí­­na digestí­­vel variaram de 175 a 425 g kg-1 (fase A), de 163 a 390 g kg-1 (fase B), de 150 a 360 g kg-1 (fase C) e de 138 a 330 g kg-1 (fase D). As máximas respostas para ganho de peso foram estimadas com ingestões de proteí­­na de 88, 328, 713 e 855 mg peixe-1 dia-1 nas fases A, B, C e D respectivamente. Para maximizar a conversão alimentar estimaram-se ingestões de proteí­­na de 78, 272, 697 e 793 mg peixe-1 dia-1 para as fases A, B, C e D respectivamente. As eficiências de utilização da proteí­­na encontradas para as fases A, B, C e D foram 52, 51, 51 e 50% respectivamente.

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Publicado

2017-12-27

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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