Doenças parasitárias de peixes ornamentais de água doce, comercializados em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Autores

  • Rômi Sharon Piazza PIBIC/CNPq/UFSC
  • Maurício Laterça Martins Produtividade em Pesquisa/CNPq / Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Aq-­¼icultura, CCA http://orcid.org/0000-0002-0862-6927 (não autenticado)
  • Luciana Guiraldelli Mestrado/Departamento de Aq-­¼icultura/CAPES
  • Marcela Maia Yamashita Mestrado/Departamento de Aq-­¼icultura

Palavras-chave:

peixes ornamentais, parasitos, enfermidades, prevalência, infecção

Resumo

A fauna parasitária de peixes ornamentais de Florianópolis, SC, Brasil foi avaliada entre junho de 2004 e junho de 2005. Xiphophorus maculatus (n=88), Xiphophorus helleri (n=27), Poecilia sphenops (n=20), Macropodus opercularis (n=20), Trichogaster tricopterus (n=9), Beta splendens (n=8), Puntius conchonius (n=7), Carassius auratus (n=6), Gymnocorymbus ternetzi (n=4) foram analisados. De 189 peixes analisados, 65 (34%) estavam parasitados: 15,3% com metacercárias de Ascocotyle (Digenea); 15,3% com Monogenoidea; 6,9% com Piscinoodinium pillulare (Dinoflagellida); 4,7% com Trichodina acuta (Ciliophora); 3,7% com Ichthyophthirius multifiliis (Ciliophora); 2,6% com cestoides; 2,6% com Camallanus maculatus (Nematoda); 2,1% com Lernaea cyprinacea (Crustacea) e 0,5% com Chilodonella sp. (Ciliophora). As maiores intensidades médias de infecção foram de 335 e 205 parasitos, respectivamente em X. maculatus e X. helleri infectados por metacercárias nas brí­¢nquias.

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Publicado

2018-10-29

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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