Uso de bandejas de alimentação na fase de engorda do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862)

Autores

  • Bruno de Lima Preto UNESP, Centro de Aq-­¼icultura, 14884-900, Jaboticabal, SP, Brasil
  • Gustavo Maciel Pizzato UNESP, Centro de Aq-­¼icultura, 14884-900, Jaboticabal, SP, Brasil
  • Wagner Cotroni ValLenti UNESP, Centro de Aq-­¼icultura, 14884-900, Jaboticabal, SP, Brasil / UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias http://orcid.org/0000-0002-8526-1052 (não autenticado)

Palavras-chave:

Macrobrachium amazonicum, fase de engorda, bandejas de alimentação

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo testar a hipótese de que os camarões Macrobrachium amazonicum aceitam alimentação em bandejas. Seis viveiros foram estocados com 10 juvenis II (1,2 ± 0,7 g) por m2 em 14/02/2003. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 2 tratamentos (método convencional e alimentação em bandejas) e três repetições. As médias do peso dos camarões, da sobrevivência, da produtividade e dos valores das variáveis fí­­sicas e quí­­micas da água foram comparadas entre os tratamentos por meio do teste "t†de Student. Os valores médios de peso, sobrevivência e produtividade foram, respectivamente, 7,2 ± 0,3 g; 46,8 ± 7,8% e 335 ± 45 kg/ha no tratamento com bandejas e 6,8 ± 0,1 g; 85,8 ± 5,2% e 586 ± 42 kg/ha no tratamento a lanço. A sobrevivência e a produtividade diferiram significativamente entre os tratamentos (p<0,05), enquanto que o peso médio não diferiu. Possivelmente devido ao comportamento territorial e agressivo, a espécie Macrobrachium amazonicum necessita de maior número de bandejas por área.

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Publicado

2018-11-01

Edição

Seção

Nota cientí­­fica