Estudo preliminar da biodisponibilidade de magnésio e zinco em espécimes de armado (Pterodoras granulosus), capturados no reservatório de Itaipu

Autores

  • José Dilson Silva de OLIVEIRA Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Pesquisa em Quí­­mica, Meio Ambiente e Aquicultura (QUIBIMA)
  • Deoclécio José BARILLI Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Pesquisa em Quí­­mica, Meio Ambiente e Aquicultura (QUIBIMA)
  • Giovano NEUMANN Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Centro de Engenharias e Ciências Exatas (CECE) http://orcid.org/0000-0003-1198-7720 (não autenticado)
  • Paulo Sérgio THEODORO Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Estudos em Solo e Meio Ambiente (GESOMA)
  • Robie Allan BOMBARDELLI Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Pesquisa em Quí­­mica, Meio Ambiente e Aquicultura (QUIBIMA) http://orcid.org/0000-0002-5701-1881 (não autenticado)
  • Pitágoras Augusto PIANA Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Pesquisa em Recursos Pesqueiros e Limnologia (GERPEL) http://orcid.org/0000-0002-4666-6663 (não autenticado)
  • Affonso Celso GONÇALVES JÚNIOR Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Grupo de Estudos em Solo e Meio Ambiente (GESOMA)

Palavras-chave:

concentração, metais essenciais, tecidos, peixe

Resumo

O estudo da biodisponibilidade de elementos-traço em peixes pode contribuir para a avaliação do desenvolvimento dos animais no ambiente aquático em condições saudáveis. Assim, foram avaliadas as concentrações de magnésio e zinco presentes em diferentes partes do corpo do armado (Pterodoras granulosus): filé, barriguinha (musculatura abdominal), ví­­sceras, coração e fí­­gado, bem como se tais concentrações variam í­Â  medida que o peixe cresce. Foram selecionados 24 espécimes com peso entre 125 g e 1.558 g. As alí­­quotas foram submetidas í­Â  digestão com o emprego de solução nitro-perclórica e diluí­­das com água destilada e deionizada. As concentrações dos metais foram determinadas por Espectrometria de Absorção Atômica. Dentre os órgãos analisados, o coração apresentou os maiores ní­­veis de magnésio (4,8485 ± 2,2286 mg g-1) em indiví­­duos menores, diminuindo í­Â  medida que o peixe cresce. Observaram-se, ainda, maiores concentrações de zinco no coração (0,0239 ± 0,0098 mg g-1) e fí­­gado (0,0430 ± 0,0130 mg g-1), também com maior incidência nos juvenis. Observou-se que esses elementos têm importí­¢ncia no processo metabólico deste peixe durante seu desenvolvimento corporal.

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Publicado

2018-11-16

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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