Mananoligossacarídeo dietético influenciou o consumo de ração e morfologia intestinal de tilápias do Nilo criadas em sistemas de tanque-rede
Palavras-chave:
aquicultura, histologia, nutrição de peixes, prebióticoResumo
O objetivo deste trabalho foi determinar os efeitos de níveis crescentes de mananoligossacarídeos (MOS) sobre o crescimento da tilápia-do-nilo e sua morfologia intestinal. Os peixes (12,3 ± 0,3 g) foram distribuídos aleatoriamente em 16 tanques-rede (250 L; 20 peixes por tanque-rede) no reservatório da hidrelétrica de Salto Caxias, rio Jacutinga, Paraná, e alimentados durante 60 dias com dieta comercial suplementada com 0,0; 0,2; 0,4 e 0,8% de mananoligossacarídeos (n = 4). O consumo de ração apresentou correlação quadrática com os níveis dietéticos do prebiótico aos 30 e 60 dias. A altura das vilosidades intestinais foi maior nos peixes alimentados com 0,4% de prebiótico na dieta por 30 dias, porém, após 60 dias, os peixes alimentados com a dieta controle apresentaram maior altura das vilosidades. Nenhum dos níveis de mananoligossacarídeos avaliados mostrou-se eficiente sobre os parí¢metros de crescimento. De fato, MOS atuou no crescimento das vilosidades intestinais, porém não foi efetivo com relação aos parí¢metros de desempenho zootécnico em tilápia-do-nilo.







