Mananoligossacarí­­deo dietético influenciou o consumo de ração e morfologia intestinal de tilápias do Nilo criadas em sistemas de tanque-rede

Autores

  • Ricardo Yuji SADO Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Dois Vizinhos, Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
  • Flávio Endrigo CECHIM Endrigo CECHIM Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
  • Francielli Baioco SALES Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
  • Arcângelo Augusto SIGNOR Instituto Federal do Paraná (IFPR), Departamento de http://orcid.org/0000-0003-4686-3488 (não autenticado)
  • Maria Antônia MICHELS-SOUZA Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Dois Vizinhos, Programa de Pós-Graduação em Zootecnia

Palavras-chave:

aquicultura, histologia, nutrição de peixes, prebiótico

Resumo

O objetivo deste trabalho foi determinar os efeitos de ní­­veis crescentes de mananoligossacarí­­deos (MOS) sobre o crescimento da tilápia-do-nilo e sua morfologia intestinal. Os peixes (12,3 ± 0,3 g) foram distribuí­­dos aleatoriamente em 16 tanques-rede (250 L; 20 peixes por tanque-rede) no reservatório da hidrelétrica de Salto Caxias, rio Jacutinga, Paraná, e alimentados durante 60 dias com dieta comercial suplementada com 0,0; 0,2; 0,4 e 0,8% de mananoligossacarí­­deos (n = 4). O consumo de ração apresentou correlação quadrática com os ní­­veis dietéticos do prebiótico aos 30 e 60 dias. A altura das vilosidades intestinais foi maior nos peixes alimentados com 0,4% de prebiótico na dieta por 30 dias, porém, após 60 dias, os peixes alimentados com a dieta controle apresentaram maior altura das vilosidades. Nenhum dos ní­­veis de mananoligossacarí­­deos avaliados mostrou-se eficiente sobre os parí­¢metros de crescimento. De fato, MOS atuou no crescimento das vilosidades intestinais, porém não foi efetivo com relação aos parí­¢metros de desempenho zootécnico em tilápia-do-nilo.

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Publicado

2018-07-17

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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