Morfometria e estrutura populacional de Micropogonias furnieri (Perciformes, Sciaenidae) na baí­­a de Guanabara, Estado do Rio de Janeiro, Brasil

Autores

  • Magda Fernandes de ANDRADE-TUBINO Laboratório de Biologia e Tecnologia Pesqueira, Departamento de Biologia Marinha, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ / Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPGE), Departamento de Ecologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Luiza Balster FIORE-CORREIA Laboratório de Biologia e Tecnologia Pesqueira, Departamento de Biologia Marinha, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Marcelo VIANNA Laboratório de Biologia e Tecnologia Pesqueira, Departamento de Biologia Marinha, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) / Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPGE), Departamento de Ecologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Palavras-chave:

peixes demersais, arrasto-de-fundo, fauna acompanhante, Micropogonias furnieri, relação comprimento-peso, morfometria

Resumo

A corvina, Micropogonias furnieri, é a espécie de Sciaenidae mais comum na baí­­a de Guanabara, sudeste do Brasil. Com base em arrastos mensais efetuados por um barco camaroneiro que opera com rede simples de arrasto-de-fundo, entre maio de 2003 e junho de 2005 observou-se que sua presença é regular ao longo de todo o ano, sendo capturados apenas juvenis. A relação comprimento-peso para os sexos grupados é representada pela equação Pt = 0,0053*Ct 3,183. Não foram constatadas diferenças sazonais significativas (p>0,05) para o fator de condição, indicando que este não sofre amplas variações ao longo do ano. Com relação í­Â  caracterização morfométrica do estrato populacional que utiliza a baí­­a e é capturado pelos arrasteiros, observa-se que a maioria dos caracteres examinados apresenta crescimento isométrico, exceto para a Distí­¢ncia Pré-anal, que apresentou alometria positiva, e o Dií­¢metro do Olho, com alometria negativa. A população da baí­­a de Guanabara parece ser similar em seus aspectos morfométricos í­Â s outras populações costeiras da região sudeste do Brasil (população I), que diferem das populações da costa Sul.

Downloads

Publicado

2018-11-05

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)