Óleo de cravo e mentol como anestésicos para o platy

Autores

  • Márcio Aquio HOSHIBA Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal
  • Rubia Michele Saraiva DIAS Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal
  • Katiuscia Maiara Furtado MOREIRA Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal
  • Larissa da CUNHA Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal
  • Andressa Mariza Ribeiro GERALDO Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal
  • Alessandra Sayuri Kikuchi TAMAJUSUKU Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, Programa de Pós Graduação em Ciência Animal

Palavras-chave:

anestesia, eugenol, indução, peixes ornamentais, recuperação, Xiphophorus maculatus

Resumo

Estudos com anestésicos em peixes ornamentais ainda são incipientes; dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar os tempos de indução e recuperação de platys (Xiphophorus maculatus) expostos aos anestésicos óleo de cravo e mentol. Para a realização do experimento foram utilizados dois grupos de 40 juvenis, os quais foram submetidos í­Â s concentrações de 50, 100, 150 e 200 mg L-1 de óleo de cravo e 50, 100, 150, 200 e 250 mg L-1 de mentol. Em todas as concentrações avaliadas de ambos os anestésicos os animais atingiram o estágio de anestesia profunda, sem observação de mortalidade, após 96 h do experimento. As concentrações de 100 a 200 mg L-1 de óleo de cravo e 100 a 250 mg L-1 de mentol foram as que proporcionaram um perí­­odo de indução e recuperação anestésica dentro da faixa considerada ideal. Dessa forma, conclui-se que os anestésicos, utilizados nas concentrações ideais, são eficazes para anestesia de platys.

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Publicado

2018-11-20

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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