Pcr-rflp para identificação de ostras perlí­­feras (Pinctada imbricate) do Brasil e Venezuela

Autores

  • Ana Cristina Vigliar BONDIOLI Instituto de Pesca-APTA-SAA/SP
  • Rodrigo Cesar MARQUES Instituto de Pesca-APTA-SAA/SP / Universidade Federal Dos Vales Do Jequitinhonha e Mucuri
  • Lurdes Foresti de ALMEIDA Toledo Laboratório de Ictiogenética, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo
  • Edison BARBIERI Instituto de Pesca-APTA-SAA/SP http://orcid.org/0000-0002-7423-3726 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2017v43n3p459

Palavras-chave:

ostras, Pinctada imbricata, América do Sul, ostra perlí­­fera

Resumo

As ostras do género Pinctada são de grande importí­¢ncia econômica devido ao seu uso extensivo na alimentação humana e cultivo de pérolas. Inclui quatro espécies: Pinctada radiata (Europa), P. imbricata (Atlí­¢ntico Ocidental) e P. fucata-martensi (Pací­­fico), sendo esta última uma espécie complexa, de difí­­cil diferenciação morfológica. Embora este complexo de espécies tenha vários estudos moleculares corroborando cada espécie como válida, ainda há dúvidas sobre a validade de P. imbricata no Sul do Atlí­¢ntico Ocidental. Neste trabalho realizou-se um estudo de RFLP com populações do Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo e costa da Venezuela. Foram analisados genes mitocondriais (16S) e nucleares (IGS parcial). Este estudo confirma que os espécimes brasileiros e venezuelanos são geneticamente mais próximos í­Â s populações de P. imbricata do Caribe do que o complexo P. martensi-fucata. Esse resultado é importante para os produtores de ostras perlí­­feras, demonstrando que os estoques brasileiro e venezuelano não são compostos de espécies exóticas ou hí­­bridas de espécies indo-pací­­ficas.

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Publicado

2017-09-25

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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