Óleos essenciais e eugenol como anestésico para Serrasalmus rhombeus

Autores

  • Ana Paula Gottlieb ALMEIDA Universidade Federal de Santa Maria -  UFSM, Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Animal
  • Berta Maria HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria -  UFSM, Departamento de Farmácia Industrial
  • Adalberto Luis VAL Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia -  INPA, Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular http://orcid.org/0000-0002-3823-3868 (não autenticado)
  • Bernardo BALDISSEROTTO Universidade Federal de Santa Maria -  UFSM, Departamento de Fisiologia e Farmacologia http://orcid.org/0000-0002-8770-0100 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.195

Palavras-chave:

anestesia, comportamento, piranha preta, transporte de peixes, rio Negro

Resumo

Esse estudo avaliou os perí­­odos de tempo de indução e recuperação anestésica de Serrasalmus rhombeus expostos aos óleos essenciais (OEs) de Aloysia triphylla e Lippia alba e eugenol, bem como se esses anestésicos podem ser usados no transporte dessa espécie, através da análise do comportamento natatório. Os peixes foram colocados em aquários contendo diferentes concentrações de OE de A. triphylla ou OE de L. alba ou eugenol, e posteriormente foram transferidos para aquários contendo somente água, para avaliar o tempo de recuperação. No segundo experimento, o comportamento foi analisado durante exposição aos OEs ou eugenol nas concentrações 5 ou 10 µL L-1. As avaliações foram realizadas em 0, 1, 5, 10 e 15 min de exposição. Peixes expostos a 150, 200 e 50 µL L-1 de OE de A. triphylla, OE de L. alba e eugenol, respectivamente, apresentaram tempo de indução anestésica menor que 3 min e tempo de recuperação menor que 10 min. Concentrações de 50 µL L-1 de ambos OEs e 25 µL L-1 de eugenol causaram somente sedação. Exposição a 5 e 10 µL L-1 de OEs e eugenol diminuí­­ram o tempo de natação dos peixes. Ambos os OEs e o eugenol foram efetivos para anestesia e podem ser utilizados para transporte de S. rhombeus

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Publicado

2018-12-16

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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