MANEJO ALIMENTAR NA LARVICULTURA DO CAMARÃO-DA-AMAZÔNIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.362

Palavras-chave:

frequência de alimentação, alimento vivo, náuplio de Artemia, alimento inerte

Resumo

Avaliou-se o horário de fornecimento de alimento vivo no iní­­cio do desenvolvimento larval e a frequência de arraçoamento com alimento inerte em larvicultura Macrobrachium amazonicum. Foram realizados dois experimentos: no Experimento I, náuplios de Artemia (A) foram ofertados em três horários (tratamentos): í­Â s 07:30 h (A7:30); í­Â s 12:00 h (A12:00) e 16:30 h (A16:30). No Experimento II, o alimento inerte (AI) foi oferecido nas seguintes frequências (tratamentos): duas vezes ao dia - í­Â s 08:00 e 17:00 h (AI2); três vezes ao dia - í­Â s 08:00; 12:30 e 17:00 h (AI3) e quatro vezes ao dia - í­Â s 08:00; 11:00, 14:00 e 17:00 h (AI4). Foram avaliadas as variáveis limnológicas (oxigênio dissolvido, pH, temperatura, salinidade, NH3+NH4, NO2 e NO3) e as variáveis de produção (peso, sobrevivência e dias de larvicultura). Os diferentes manejos avaliados não influenciaram significativamente na qualidade da água e nas variáveis de produção. Os resultados indicaram que, para o manejo alimentar na larvicultura de M. amazonicum, o alimento vivo (náuplios de Artemia) pode ser fornecido no iní­­cio da manhã e, após o estágio V, a dieta pode ser complementada com o alimento inerte, duas vezes por dia (iní­­cio da manhã e final da tarde).

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Publicado

2018-12-25

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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