FREQUíÅ NCIA ALIMENTAR NA CRIAÇÃO DE JUVENIS DE SURUVI Steindachneridion scriptum
DOI:
https://doi.org/10.20950/1678-2305.2020.46.3.594Palavras-chave:
proximate chemical composition, nutrient utilization, digestive enzymes, ; feed conversionResumo
O presente estudo teve como objetivo determinar a frequência de alimentação para juvenis de suruvi. Foi realizado um estudo durante 60 dias para determinar os efeitos da frequência de alimentação nas medidas de crescimento, composição corporal e atividade enzimática digestiva do juvenil de suruvi (peso médio inicial: 60,19 ± 10,67 g). As unidades experimentais foram tanques circulares de 1,0 m³, estocados com 94 peixes, conectados a um sistema de recirculação. A alimentação foi oferecida durante a fase escura do fotoperíodo (12L:12D), sendo fornecida com os seguintes tratamentos em triplicata: FA1 = uma vez ao dia í s 20:00; FA2 = duas vezes ao dia í s 20:00 e 06:00 h; e FA3 = três vezes ao dia í s 20:00, 01:00 e 06:00 h. Os peixes foram alimentados por uma ração comercial para peixes carnívoros, composta por 42% de proteína bruta, 11% de lipídios, 20% de carboidratos e 4.380 kcal kg-1 de energia bruta em péletes de 6,0 mm. Não foram observadas diferenças significativas nas variáveis â€"¹â€"¹de crescimento, composição corporal de proteínas e lipídios e proteases alcalinas e atividade de lipase (p>0,05) entre os tratamentos. No entanto, houve diferenças significativas na atividade da amilase (p<0,05). Nossos resultados demonstraram que os juvenis de suruvi podem ser alimentados de forma sustentável apenas uma vez ao dia.







