REPRODUCCIÓN INDUCIDA DEL PIAUí­"¡U, Leporinus macrocephalus GARAVELLO Y BRITSKI, 1988 (CHARACIFORMES, ANOSTOMIDAE)

Autores

  • David REYNALTE-TATAJE Aluno de Pós-Graduação em Aq-­¼icultura. UFSC/CCA/ Departamento de Aq-­¼icultura
  • Betina ESQUIVEL Piscicultura Panamá. Munic-­­pio de Paulo Lopes -  SC
  • Juan ESQUIVEL Piscicultura Panamá. Munic-­­pio de Paulo Lopes -  SC
  • Evoy ZANIBONI-FILHO Professor do Departamento de Aq-­¼icultura

Palavras-chave:

Leporinus macrocephalus, desova, reprodução induzida

Resumo

Em condições de cativeiro, a maioria das espécies migradoras não desova se não obtiver os estí­­mulos necessários para completar o processo reprodutivo. Desta forma, inúmeros trabalhos vêm sendo desenvolvidos para encontrar a melhor técnica de indução í­Â  reprodução de cada espécie. O presente estudo foi realizado na Piscicultura Panamá, Paulo Lopes, SC, para o qual utilizaram-se 36 reprodutores de piauçu, Leporinus macrocephalus, entre machos e fêmeas, para poder avaliar a técnica de indução í­Â  reprodução. Foram testados dois protocolos de indução hormonal, com duas e três doses: 0,5 e 5,0 mg EPC/kg; 0,25; 0,5 e 5,0 mg EPC/kg. Nos indiví­­duos tratados com três doses de hormônios, foi testada a desova natural e através de extrusão. Foi observado que a taxa de fertilização é semelhante quando se utilizam duas ou três doses de hormônio (P>0,05), com valor médio de 95,5%. A desova natural proporciona maior taxa de fertilização dos ovos (94,5 ± 3,3%), quando comparada com a desova por extrusão (25,8 ± 25,3%) (P<0,05), bem como maior taxa de sobrevivência dos reprodutores, com valores de 100% e 66,7%, respectivamente.

 

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Publicado

2018-06-29

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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