Pesca no Arquipélago de São Pedro e São Paulo: 13 anos de monitoramento

Autores

  • Daniel Fadigas VIANA Bren School of Environmental Science and Managemen
  • Fabio Hissa Vieira HAZIN Laboratório de Oceanografia Pesqueira, Departamento de Pesca e Aquicultura, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
  • Humber Agrelli ANDRADE Laboratório de Modelagem e Estatí­­stica, Departamento de Pesca e Aquicultura, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
  • Diogo Martins NUNES Unidade Acadêmica de Serra Talhada, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) http://orcid.org/0000-0002-3035-4382 (não autenticado)
  • Danielle de Lima VIANA Laboratório de Oceanografia Pesqueira, Departamento de Pesca e Aquicultura, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) http://orcid.org/0000-0003-2357-5280 (não autenticado)

Palavras-chave:

Acanthocybium solandri, captura-por-unidade-de-esforço, Cheilopogon cyanopterus, Elagatis bipinnulata, Thunnus albacares

Resumo

O objetivo do presente trabalho foi verificar a variação temporal da composição especí­­fica dos peixes pelágicos capturados pela frota comercial e a captura-por-unidade-de-esforço (CPUE) das principais espécies capturadas no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP). Dados de seis barcos baseados em Natal í  RN, que operaram no ASPSP entre 1998 e 2010, foram monitorados, com um total de 290 desembarques. A albacora-laje (Thunnus albacares) foi a principal espécie capturada, com a CPUE permanecendo relativamente estável durante os anos. A variação mensal da CPUE da albacora-laje mostrou um grande aumento do seu valor entre os meses de novembro e março, indicando maior abundí­¢ncia desta espécie durante este perí­­odo. A cavala-impingem (Acanthocybium solandri) também apresentou CPUE estável ao longo dos anos, com aumento do seu valor entre os meses de julho e setembro. A CPUE do peixe-rei (Elagatis bipinnulata) também permaneceu estável ao longo dos anos, apresentando aumento no verão, entre outubro e dezembro. A CPUE do voador-holandês apresentou declí­­nio durante os últimos anos de monitoramento e a CPUE mensal teve valores baixos de junho a novembro e valores elevados nos meses restantes, com picos em dezembro e abril. As variações da CPUE observadas nas espécies monitoradas são discutidas ao longo do texto.

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Publicado

2018-07-11

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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