Avaliação histopatológica do baço, coração e encéfalo de tilápia Oreochromis niloticus (Linnaeus, 1758) exposta ao cloreto de mercúrio

Autores

  • Danielle de Carla Dias Pós-graduanda do Centro de Aq-­¼icultura da UNESP -  CAUNESP http://orcid.org/0000-0002-8375-5948 (não autenticado)
  • Fernando Corleto Maiorino Médico Veterinário -  LABVET
  • Maria José Tavares Ranzani-Paiva Pesquisador Cientí­­fico do Instituto de Pesca
  • Nilton Massuo Ishikawa Pós-graduanda do Centro de Aq-­¼icultura da UNESP -  CAUNESP
  • Julio Vicente Lombardi Pesquisador Cientí­­fico do Instituto de Pesca
  • José Roberto Ferreira Pólo de Desenvolvimento Centro Sul -  APTA / CENA
  • Fernanda Menezes França Pós-graduanda do Instituto de Pesca http://orcid.org/0000-0002-6097-5366 (não autenticado)
  • Cláudia Maris Ferreira Pesquisador Cientí­­fico do Instituto de Pesca

Palavras-chave:

toxicologia, melanomacrófagos, tilápia

Resumo

O presente estudo verificou os efeitos tóxicos do cloreto de mercúrio em concentrações subletais sobre o quadro histológico da tilápia Oreochromis niloticus, analisando o baço, o coração e o encéfalo dos organismos. Para essas avaliações foram utilizados juvenis de tilápia com 27,13 ± 4,67 g e 12,44 ± 0,84 centí­­metros. Os animais (n=102) foram expostos a três concentrações de cloreto de mercúrio (HgCl2): C1=0,02 mg L-1; C2=0,002 mg L-1; e C3=0,0002 mg L-1, tendo-se o grupo controle como referência para os efeitos observados. O tempo total de duração do experimento foi de 14 dias, tomando-se amostras para análise no 3º, 7º, 10º e 14º dia. No baço observou-se hiperplasia e hipertrofia dos centros de melanomacrófagos, proporcionais í­Â s concentrações testadas. Entretanto, no encéfalo e no coração dos animais submetidos í­Â  experimentação, as alterações histológicas observadas não foram relevantes quando comparadas í­Â s observadas no grupo controle.

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Publicado

2018-10-31

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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