Recuperação de pré-sementes da vieira Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) após diferentes períodos de permanência no laboratório e no mar
Palavras-chave:
Nodipecten nodosus, recuperação, pré-sementesResumo
A recuperação de pré-sementes da vieira Nodipecten nodosus foi analisada em três diferentes tempos de assentamento em laboratório e de permanência no mar. Foram realizados dois experimentos, sendo, o primeiro, de agosto a outubro de 2000 e, o segundo experimento, de março a maio de 2001, na região de Santa Catarina/Brasil. No mar, os experimentos foram realizados no município de Porto Belo/SC-Brasil. As larvas "olhadas" obtidas no LMM-UFSC, foram colocadas para assentamento e permaneceram no laboratório durante 15, 25 e 35 dias. Após cada período de assentamento, as pré-sementes foram transferidas para o mar, nos coletores dentro de bolsas, as quais permaneceram no mar 10, 20 e 30 dias. Para a recuperação em laboratório, o maior valor foi obtido para 15 dias de assentamento nos experimentos 1 e 2 (1,34% e 1,30% respectivamente). Na recuperação das pré-sementes do mar não houve diferença significativa entre os diferentes tempos de permanência. Entretanto, com uma análise da interação dos resultados de recuperação do laboratório e do mar, observou-se que para pré-sementes com 15 dias de laboratório há uma diminuição significativa na recuperação dos animais nos diferentes tempos de permanência no mar. Para pré-sementes com 20 e 30 dias de permanência no mar não houve diferença significativa se estas permaneceram 15, 25 ou 35 dias no laboratório. Com a realização deste estudo, pôde-se concluir que os melhores resultados de recuperação de pré-sementes foram para aquelas que permaneceram 15 a 25 dias no laboratório e 20 dias no mar.







