Farelo de soja como substituto í­Â  farinha de carne e ossos em dietas para juvenis de carpa capim (Ctenopharyngodon idella)

Autores

  • Cátia Aline VEIVERBERG Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil
  • Giovani Taffarel BERGAMIN Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil
  • João RADÜNZ NETO Eng. Agr., Dr, Prof. Associado do Departamento de Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil
  • Rafael LAZZARI Zootecnista, aluno do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil http://orcid.org/0000-0003-3016-6215 (não autenticado)
  • Viviani CORRÊ IA Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil
  • Suzete ROSSATO Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil
  • Fernando Jonas SUTILI Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil http://orcid.org/0000-0002-0225-3357 (não autenticado)
  • Cristiano Costenaro FERREIRA Acadêmico do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil

Palavras-chave:

carcaça, crescimento, fontes proteicas, í­­ndices digestivos, peixes, sangue

Resumo

A inclusão de farelo de soja em substituição í­Â  farinha de carne e ossos na dieta foi avaliada em 240 juvenis de carpa capim (Ctenopharyngodon idella), distribuí­­dos em 12 tanques (850 L), onde permaneceram 60 dias recebendo capim elefante e ração. Foram avaliados quatro ní­­veis de substituição de farinha de carne e ossos por farelo de soja: 0, 33, 66 e 100%. Menor peso foi observado nos peixes do tratamento T0%. Os valores de taxa de crescimento especí­­fico apresentaram comportamento quadrático, sendo que o ponto de máxima calculado foi de 70% de substituição. A gordura corporal diminuiu de acordo com a maior inclusão de farelo de soja. Observou-se maior concentração de aspartato aminotransferase (AST) nos peixes do tratamento T66%, o que indica maior utilização de aminoácidos para produção de energia.

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Publicado

2018-11-03

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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