Mentol como anestésico para dourado, (Salminus brasiliensis)

Autores

Palavras-chave:

anestésico alternativo, Mentha spp., peixe de água doce, espécie nativa

Resumo

O presente estudo avaliou diferentes concentrações de mentol como anestésico para dourado. Foram utilizados 32 indiví­­duos com peso médio de 194,13 ± 9,06 g e comprimento total médio de 25,30 ± 0,90 cm, que foram separados em grupos de oito indiví­­duos e submetidos, individualmente, í­Â s seguintes concentrações de mentol: 60, 90, 120 e 150 mg L-1. Aplicou-se a análise de regressão polinomial para o tempo total de indução, complementada pelo teste de Tukey para os demais parí­¢metros. Todos os peixes expostos í­Â s concentrações experimentais de mentol atingiram o estágio profundo de anestesia, sem ocorrência de mortalidade. Observou-se efeito linear negativo (P<0,05) para o tempo total de indução. O maior tempo de recuperação (172,60 s) foi observado para os dourados submetidos í­Â  concentração de 120 mg L-1, que diferiu (P<0,05) dos expostos a 90 mg L-1 de mentol (122,03 s). Sugere-se o uso de 60 mg L-1 para dourado, considerando o menor custo e adequada resposta de indução e recuperação.

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Publicado

2018-11-08

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Nota cientí­­fica

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