A ATIVIDADE PESQUEIRA DO ESTADO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DAS CAPTURAS DO BIí­Å NIO 1998-1999 COM ESPINHEL-DE-FUNDO

Autores

  • Antônio Olinto ÁVILA-DA-SILVA Pesquisador Cientí­­fico -  Polo Especializado D. T. A. do Pescado Marinho -  Instituto de Pesca -  S.A.A http://orcid.org/0000-0001-6864-5778 (não autenticado)
  • Gastão César Cyrino BASTOS Pesquisador Cientí­­fico -  Polo Especializado D. T. A. do Pescado Marinho -  Instituto de Pesca -  S.A.A
  • Sergio Luiz dos Santos TUTUI Pesquisador Cientí­­fico -  Polo Especializado D. T. A. do Pescado Marinho -  Instituto de Pesca -  S.A.A

Palavras-chave:

espinhel-de-fundo, pesca demersal, tecnologia de pesca, Sudeste do Brasil

Resumo

A pesca de espinhel-de-fundo utilizando cabo de aço e guincho hidráulico foi introduzida na região Sudeste em 1994, a partir das operações de pesca exploratória do N/Pq Orion, do Instituto de Pesca. Essa técnica foi adotada pela frota comercial e expandiu-se pelas regiões Sudeste e Sul do Brasil. A frota de espinheleiros de fundo baseada nos municí­­pios de Santos e Guarujá, Estado de São Paulo, é formada principalmente por embarcações de madeira medindo entre 15 e 23,6 m e com motores de 150 a 335 HP. O cabo principal, de aço, chega a 7 milhas náuticas de extensão, tendo conectados 1000 a 2000 cabos secundários com anzóis circulares, iscados com lula e diversos peixes. As caracterí­­sticas de operação variam de acordo com a profundidade e a espécie-alvo. As principais espécies-alvo são chernes (Epinephelus spp. e Polyprion americanus), batata (Lopholatilus villarii) e, mais recentemente, bagre (Netuma barba) e corvina (Micropogonias furnieri).

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Publicado

2018-10-28

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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