Substituição de fonte proteica em dietas práticas para Camarão-da-Amazônia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.280

Palavras-chave:

água doce, aquicultura, carcinicultura, nutrição, proteí­­na

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o melhor ní­­vel de substituição da farinha de peixe (FP) pelo farelo de soja (FS), como fonte de proteí­­na em dietas práticas para juvenis de Macrobrachium amazonicum. Juvenis com peso médio inicial de 0,16 ± 0,66 g foram estocados em uma densidade equivalente a 150 juvenis m-2 em sistema de recirculação. Os tratamentos consistiram das seguintes proporções de farinha de peixe e farelo de soja (FP:FS): 0:100, 20:80, 40:60, 70:30, 100:0 com cinco repetições por tratamento. Ao final de 45 dias de experimento, os camarões foram contados, medidos e pesados, bem como foi realizada análise bromatológica corporal. A sobrevivência manteve-se superior a 94% em todos os tratamentos (p>0,05). A análise bromatológica corporal apresentou diferenças significativas entre os tratamentos apenas para proteí­­na bruta (p<0,05). Os resultados da análise de desempenho zootécnico demonstraram que a inclusão de até 30% de FS em substituição a FP (70:30) não interferiu significativamente no desempenho dos camarões, possibilitando uso do farelo de soja em dietas para juvenis de camarão amazônico.

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Publicado

2018-12-19

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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