MORTALIDADE DO CAMARÃO BRANCO DO PACÍFICO SUBMETIDO AO ESTRESSE HIPOTÉRMICO E HIPOSSALINO

Autores

  • Vitor de Almeida PONTINHA
  • Felipe do Nascimento VIEIRA
  • Leila HAYASHI

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2018.310

Palavras-chave:

Litopenaeus vannamei, temperatura letal, salinidade letal

Resumo

Alterações abruptas nos parí­¢metros da qualidade da água têm forte influência no crescimento, sobrevivência e resistência í­Â s doenças dos camarões marinhos cultivados. Entretanto, ao contrário da determinação dos ní­­veis tóxicos de substí­¢ncias que afetam 50% da população, protocolos padrão para testes de estressores não tóxicos são muitas vezes negligenciados. O objetivo deste trabalho foi estabelecer a temperatura (TL50) e salinidade (SL50) letal para 50% da população. Camarões juvenis pesando entre 10 e 12 g e pós-larvas de 17 dias cultivados í­Â  temperatura de 28 °C e salinidade de 32‰ foram submetidos ao estresse hipotérmico por uma hora nas temperaturas de 7°C, 10°C, 11,5°C, 13°C e 16°C (juvenis), ou 72 horas nas temperaturas de 11°C, 12°C, 13°C e 14°C (pós-larvas). Além do estresse hipotérmico, juvenis foram submetidos por 24 horas ao estresse hipossalino em águas contendo salinidade de 0‰, 3‰, 6‰ e 9‰, e pós-larvas por 72 horas em água contendo salinidade de 0‰, 1,5‰, 3‰, 4,5‰ e 6‰. As taxas de mortalidade foram determinadas após estes perí­­odos. A TL50 calculada foi de 11,7°C para os juvenis e 12,9°C para as pós-larvas, e a SL50 calculada foi de 2,4‰ e 1,8‰ para juvenis e pós-larvas, respectivamente.

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Publicado

2018-12-21

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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