Ecologia populacional de Anomalocardia brasiliana(Gmelin, 1791) (Bivalvia, Veneridae) na Baí­­a de Paranaguá, Paraná, Brasil

Autores

  • Guisla Boehs Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC
  • Theresinha Monteiro Absher Universidade Federal do Paraná/Centro de Estudos do Mar
  • Andrea C. da Cruz-Kaled Universidade Federal do Paraná/Centro de Estudos do Mar

Palavras-chave:

Anomalocardia brasiliana, ecologia populacional, planí­­cies de maré, Baí­­a de Paranaguá

Resumo

O estudo analisou, entre abril de 1996 e dezembro de 1997, a distribuição espaço-temporal e alguns aspectos da estrutura populacional do berbigão, Anomalocardia brasiliana (Gmelin, 1791), em dois baixios entremarés da Baí­­a de Paranaguá (PR, Brasil). A. brasiliana foi observada desde a entrada do estuário, com salinidade média superior a 30, até setores a montante, com salinidade mí­­nima de 17. Áreas preferenciais de assentamento das larvas foram observadas na faixa superior dos baixios, onde as densidades populacionais foram significativamente mais baixas. A redução da densidade das populações no verão deve-se, provavelmente, a incrementos nas taxas de predação e de precipitação pluviométrica e a fatores populacionais intrí­­nsecos, que podem favorecer os assentamentos de A. brasiliana durante o outono.

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Publicado

2018-11-03

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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