Efeitos de diferentes ní­­veis protéicos da ração no crescimento na tilápia do nilo (Oreochromis niloticus Linnaeus, 1757), variedade chitralada, criadas em tanques-rede

Autores

Palavras-chave:

Oreochromis niloticus, tanques-rede, alimentação, aminoácidos, cultivo multifásico

Resumo

Este trabalho avaliou diferentes ní­­veis de proteí­­na bruta (PB) nas diversas fases do crescimento de tilápia (Chitralada) cultivada em tanques-rede. Foram utilizadas dietas com três ní­­veis proteicos (36, 32 e 28%) em três fases de crescimento (I í  80 a 300 g; II í  301 a 650 g e III í  651 a 1.000 g), sendo adotado um delineamento experimental em blocos casualizados, com diferentes programas de alimentação: 1) controle: 36, 32 e 32%; 2) 32, 32 e 32%; e 3) 32, 32 e 28%. Os peixes foram estocados em densidades de 400, 200 e 150 indiví­­duos m-3 nas fases I, II e III, respectivamente. A alimentação foi efetuada com base no programa alimentar, no consumo de ração e na qualidade da água. Diariamente foram monitorados a temperatura, pH e oxigênio dissolvido e, mensalmente, as variáveis nitrogênio amoniacal, nitrito, nitrato, fosfato inorgí­¢nico, alcalinidade, dureza total e clorofila a. Os dados de crescimento e produção entre os tratamentos foram submetidos í­Â  ANOVA (Pâ"°¤0,05). Os peixes criados na fase I (80-300 g) e III (651-1.000 g) tiveram melhor desempenho (Pâ"°¤0,05) quando alimentados com a dieta 32%, enquanto que os criados na fase II (301-650 g) e alimentados com a dieta 36% PB na fase anterior, apresentaram o melhor desempenho. Como conclusão, o regime de alimentação mais eficiente para as três fases de tamanho foi obtido com a ração extrusada com 32% de proteí­­na bruta.

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Publicado

2018-11-05

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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