Estudo patológico em mexilhões cultivados em Santa Catarina, Brasil

Autores

  • Ana Lúcia CARNEIRO-SCHAEFER Núcleo de Estudos em Patologia Aquí­­cola (NEPAQ), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Centro de Ciências Agrárias (CCA), Departamento de Aquicultura (AQI)
  • Simone SÜHNEL Núcleo de Estudos em Patologia Aquí­­cola (NEPAQ), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Centro de Ciências Agrárias (CCA), Departamento de Aquicultura (AQI)
  • Claudio Manoel Rodrigues de MELO Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), UFSC/CCA/AQI http://orcid.org/0000-0002-0969-7022 (não autenticado)
  • Aimê Rachel Magenta MAGALHÃES Núcleo de Estudos em Patologia Aquí­­cola (NEPAQ), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Centro de Ciências Agrárias (CCA), Departamento de Aquicultura (AQI) http://orcid.org/0000-0002-3183-1734 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2017v43n1p124

Palavras-chave:

patógenos, prevalência, infestação, mitilicultura

Resumo

Este estudo avaliou a presença de patógenos em mexilhões Perna perna cultivados no litoral do estado de Santa Catarina, sul do Brasil. Indiví­­duos de P. perna, em um total de 2.880, foram coletados nos principais municí­­pios produtores do estado entre julho 2010 e junho 2011. As análises de monocamadas de hemócitos, imprint de tecidos, cultivo em meio tioglicolato (RFTM) e histologia evidenciaram a ausência de patógenos causadores de enfermidades de notificação obrigatória, listados pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE). O trematoda Bucephalus margaritae, o cestoda Tylocephalum sp. e os protozoários Ancistrocoma sp. e Nematopsis sp. foram identificados através de microscopia de luz. O turbelário Urastoma sp. e os copépodes dos gêneros Pseudomyicola e Monstrilla foram identificados através de estereomicroscopia. Castração parasitária foi observada em mexilhões com alta infestação de B. margaritae.

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Publicado

2017-03-21

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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