Crescimento e sobrevivência da ostra de fundo, Crassostrea gasar, cultivada no Nordeste e Sul do Brasil

Autores

  • Jefferson Francisco Alves LEGAT Embrapa Meio-Norte / Federal University of Santa Catarina, Laboratory of Marine Molluscs
  • Angela PUCHNICK-LEGAT Embrapa Meio-Norte
  • Fabíola Helena dos Santos FOGAÇA Embrapa Meio-Norte http://orcid.org/0000-0001-8055-4406 (não autenticado)
  • Cláudio Rudolfo TURECK University of Joinville Region. Rodovia Duque de Caxias
  • Simone SUHNEL Federal University of Santa Catarina, Laboratory of Marine Molluscs
  • Claudio Manoel Rodrigues de MELO Federal University of Santa Catarina, Laboratory of Marine Molluscs http://orcid.org/0000-0002-0969-7022 (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2017v43n2p172

Palavras-chave:

peso total, altura de concha, cultivo, ostra nativa, Crassostrea gasar

Resumo

Este estudo avaliou o crescimento, a sobrevivência e o tempo para atingir o tamanho mí­­nimo de comercialização (50 mm altura da concha) da ostra-de-fundo, Crassostrea gasar, a partir de sementes produzidas em laboratório. As áreas de cultivo foram localizadas nos Estados do Maranhão [1-Morro do Meio (MM); 2-Torto (TT)] e de Santa Catarina [1-São Francisco do Sul (SFS); 2-Florianópolis (SB)]. Oito mil sementes foram transferidas para cada local e cultivadas entre junho de 2012 e julho de 2013. O crescimento dos indiví­­duos em Santa Catarina foi superior ao observado no Maranhão (p<0,05). O tempo ideal de cultivo foi de 8 meses, quando os animais apresentaram média de altura da concha de 71,96(±8,05) mm em SFS; 55,31(±6,05) mm em SB; e 46,92(±9,11) mm em TT. A área do Morro do Meio (MM) foi considerada inadequada para o cultivo de C. gasar devido ao baixo crescimento ao final de 13 meses: 36,20(±12,40) mm. As taxas de sobrevivência variaram entre: 79,82-99,69% em SFS; 80,00-99,81% em SB; 90,59-98,21% em TT; e 64,98-96,54% em MM.

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Publicado

2017-06-15

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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