AVANí­"¡OS NA REPRODUÇÃO DA TAINHA Mugil liza: MATURAÇÃO E DESOVA DE REPRODUTORES F1 EM CATIVEIRO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20950/1678-2305.2020.46.3.586

Palavras-chave:

Mugilidae, reproduction, spawning induction, mariculture.

Resumo

O objetivo do estudo foi avaliar a resposta reprodutiva de tainhas nascidas em cativeiro (F1) através da utilização de indução hormonal. O trabalho descreve a maturação e desovas induzidas de reprodutores de tainha (Mugil liza) nascidos em cativeiro (F1), sendo o primeiro relato da reprodução de F1 da espécie. Os machos F1 apresentaram espermatozoides viáveis aos 11 meses de idade, com comprimento de 25,7 ± 0,4 cm e peso de 205,7 ± 11,5 g. Enquanto as fêmeas F1 estavam aptas para reprodução aos três anos de idade, com comprimento de 47,4 ± 1,4 cm e peso de 1263,0 ± 64,6 g. A realização das desovas ocorreu mediante indução hormonal, utilizando fêmeas com dií­¢metro de ovócito maior de 600 µm e machos que liberavam sêmen quando submetidos í­Â  massagem abdominal. Foram realizadas 10 desovas, e registrados o dií­¢metro médio dos ovócitos no momento da indução hormonal, a taxa de fertilização, a fecundidade total e relativa e a taxa de eclosão. Além disso, foi verificado que no mesmo perí­­odo reprodutivo as fêmeas induzidas a reprodução maturaram um segundo grupo de ovócitos, que atingiram o tamanho recomendado para a indução hormonal, possibilitando uma segunda indução. O presente estudo descreve a indução de reprodutores de tainhas nascidos em cativeiro e a possibilidade de uma mesma fêmea ser induzida mais de uma vez no mesmo perí­­odo reprodutivo.

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Publicado

2020-12-15

Edição

Seção

Nota cientí­­fica

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