CARACTERIZAÇÃO BIOQUÍMICA DAS TAINHAS (Mugil sp) DA REGIÃO ESTUARINO-LAGUNAR DE CANANÉIA, SÃO PAULO, BRASIL.

Autores

  • Anna Emília Amato de Moraes VAZZOLER Professora Doutora, Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo / Pesquisadora I -  A do CNPq
  • Maria de los Angeles Perez LIZAMA Bolsista de Aperfeiçoamento do CNPq / Instituto Oceanografico da Universidade de São Paulo http://orcid.org/0000-0002-9714-9383
  • Márcia Regina Dasparro COHEN Técnica Especializada de Apoio ao Ensino e Pesquisa, N-­­vel Superior / Instituto Oceanografico da Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Mugil, costa sudeste do Brasil, Cananeia, caracterização bioquí­­mica, cristalinos, padrí­µes eletroforéticos

Resumo

Com o objetivo de constatar se ocorre mais de uma espécie de tainha, Mugil sp, na região estuarino-lagunar de Cananéia, foram analisados, qualitativamente, 482 e, quantitativamente, 289 padrões eletroforéticos de proteí­­nas gerais de cristalinos, comparativamente entre indiví­­duos de mesmo comprimento e diferentes números de escamas em séries laterais (NES) e de diferentes comprimentos e mesmo NES. Os resultados mostraram uma variação de NES entre 30 e 40 escamas, com média de 35,22, desvio padrão de 0,0089 e intervalo de confiança de 35,04 a 35,39. Não se verificaram variações nos padrões para indiví­­duos com NES distintos, sugerindo tratar-se de uma única espécie. Considerando-se apenas o valor médio de NES, sem levar em conta sua amplitude de variação, a espécie em questão seria Mugil platanus. Foram constatadas variações quantitativas nos padrões relacionadas ao crescimento, sendo que as inflexões mais marcadas ocorrem na fase juvenil, antes da primeira maturação gonadal.

Downloads

Publicado

2018-09-04

Edição

Seção

Artigo cientí­fico