FIXAÇÃO LARVAL DO MEXILHÃO Perna perna (Linneus, 1758) (Mollusca : Bivalvia) SOBRE SUBSTRATOS NATURAIS E ARTIFICIAL, NA REGIÃO DE UBATUBA, SP

Autores

  • Sérgio OSTINI Pesquisador Cientí­­fico Seção de Maricultura - Divisão de Pesca Marití­­ma - Instituto de Pesca - CPA/SAA
  • João Donato SCORVO FILHO Pesquisador Cientí­­fico Seção de Aquicultura- Divisão de Pesca Interior - Instituto de Pesca - CPA/SAA
  • Alexandre Assis BASTOS Pesquisador Cientí­­fico Assistência Técnica de Direção- Instituto de Pesca - CPA/SAA

Palavras-chave:

mexilhão, fixação primária, Perna perna, plantí­­grado

Resumo

Registrou-se a intensidade de fixação primária de larvas do mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758) sobre dois bancos naturais de Sargassum cymosum (Agarth) e sobre substrato artificial (tela de náilon semirrí­­gido, pendurada em balsa de mitilicultura), a fim de se verificar se ocorre um padrão anual de variação nessas fixações e assim definir a(s) época(s) mais propí­­cia(s) para a instalação de coletores de plantí­­grados no litoral de Ubatuba, São Paulo. A intensidade de fixação das larvas, bem como a temperatura e salinidade foram observadas a cada 14 dias em três estações de amostragem, no perí­­odo de julho de 1985 a junho de 1988. Os valores de temperatura e salinidade não revelaram grandes diferenças entre as estações. Os dados sobre a fixação primária indicam que esta foi contí­­nua ao longo dos anos e que não seguiu um padrão anual de variação. Observaram-se maiores intensidades de fixação (picos) na primavera, seguida pelo outono e inverno, épocas mais indicadas para os aquicultores instalarem coletores artificiais de plantí­­grados.

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Publicado

2018-09-11

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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