Sobrevivência e crescimento de larvas do molusco de areia Anomalocardia brasiliana (Gmelin, 1791) em laboratório

Autores

  • Francisco José LAGREZE Squella Laboratório de Moluscos Marinhos, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) http://orcid.org/0000-0003-0439-2980 (não autenticado)
  • Marcos Caivano Pedroso de ALBUQUERQUE Laboratório de Moluscos Marinhos, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Jaqueline ARAUJO Laboratório de Moluscos Marinhos, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Simone SÜHNEL Laboratório de Moluscos Marinhos, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Palavras-chave:

berbigão, vôngole, marisco, densidade, tempo de larvicultura, assentamento, alimentação

Resumo

A elevada extração em estoques naturais e as alterações no meio ambiente têm comprometido as populações do molusco de areia Anomalocardia brasiliana, tornando cada vez mais necessário o desenvolvimento de tecnologias para a produção de sementes desse bivalve em laboratório. Com o objetivo de contribuir para a tecnologia de produção de sementes do berbigão em ambiente controlado, foram avaliadas a densidade e a dieta no cultivo larval e o tempo de larvicultura de A. brasiliana. Nas densidades de 10 e 30 larvas mL-1 foram obtidos os melhores valores de sobrevivência de larvas de A. brasiliana. Avaliando o tempo de larvicultura para assentamento, conclui-se que as larvas podem ser transferidas com 5 dias de cultivo e mantidas no assentamento na densidade de 25 larvas cm-2. Adicionalmente, larvas de A. brasiliana, alimentadas com dietas bialgais com as microalgas Chaetoceros muelleri e Nannocholopsis oculata e C. muelleri e Pavlova lutheri apresentaram melhores resultados de crescimento e sobrevivência.

Downloads

Publicado

2018-07-07

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)