Sobrevivência e crescimento de larvas do molusco de areia Anomalocardia brasiliana (Gmelin, 1791) em laboratório
Palavras-chave:
berbigão, vôngole, marisco, densidade, tempo de larvicultura, assentamento, alimentaçãoResumo
A elevada extração em estoques naturais e as alterações no meio ambiente têm comprometido as populações do molusco de areia Anomalocardia brasiliana, tornando cada vez mais necessário o desenvolvimento de tecnologias para a produção de sementes desse bivalve em laboratório. Com o objetivo de contribuir para a tecnologia de produção de sementes do berbigão em ambiente controlado, foram avaliadas a densidade e a dieta no cultivo larval e o tempo de larvicultura de A. brasiliana. Nas densidades de 10 e 30 larvas mL-1 foram obtidos os melhores valores de sobrevivência de larvas de A. brasiliana. Avaliando o tempo de larvicultura para assentamento, conclui-se que as larvas podem ser transferidas com 5 dias de cultivo e mantidas no assentamento na densidade de 25 larvas cm-2. Adicionalmente, larvas de A. brasiliana, alimentadas com dietas bialgais com as microalgas Chaetoceros muelleri e Nannocholopsis oculata e C. muelleri e Pavlova lutheri apresentaram melhores resultados de crescimento e sobrevivência.







