Estudo in vitro e in vivo do dióxido de cloro para tratar Ichthyophthirius multifiliis em jundiá Rhamdia quelen

Autores

  • Jessica Nunes de MELO Federal University of Santa Catarina (UFSC), Aquaculture Department, Aquatic Organisms Health Laboratory (AQUOS)
  • Wilson CARNESECA JÚNIOR Dioxide Chemichal Industry
  • Maurício Laterça MARTINS Federal University of Santa Catarina (UFSC), Aquaculture Department, Aquatic Organisms Health Laboratory (AQUOS) http://orcid.org/0000-0002-0862-6927 (não autenticado)
  • José Luiz Pedreira MOURIÑO Federal University of Santa Catarina (UFSC), Aquaculture Department, Aquatic Organisms Health Laboratory (AQUOS) http://orcid.org/0000-0002-8619-0882 (não autenticado)

Palavras-chave:

peixe, tratamento, Protozoa, desinfetante, piscicultura

Resumo

Este estudo avaliou a eficácia do dióxido de cloro no tratamento do jundiá Rhamdia quelen infectado com Ichthyophthirius multifiliis. O experimento foi dividido em duas etapas: in vitro e in vivo. O ensaio in vitro foi conduzido para determinar a menor concentração de dióxido de cloro (ClO2) capaz de imobilizar terontes de I. multifiliis. Peixes parasitados (grau III de severidade) com I. multifiliis foram expostos a banhos de curta (0 mg L-1, 25 mg L-1, 125 mg L-1 e 250 mg L-1 por 1 h) e longa (0 mg L-1, 25 mg L-1, 35 mg L-1 e 45 mg L-1 por 48 h) duração com dióxido de cloro. Dióxido de cloro foi efetivo em imobilizar terontes na concentração mais baixa (25 mg L-1) in vitro. A mesma concentração em banho de longa duração por 48 h reduziu mais do que 50% dos terontes nas brí­¢nquias dos peixes. Peixes expostos a banhos de curta duração de 125 mg L-1 e 250 mg L-1 ClO2 apresentaram redução do parasitismo nas brí­¢nquias (62%). Pode ser sugerido o uso do dióxido de cloro na concentração de 25 mg L-1 por até 48 h para reduzir mais do que 50% da infestação por I. multifiliis.

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Publicado

2018-11-20

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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