CRESCIMENTO DE Geophagus brasiliensis CULTIVADO EM DIFERENTES TEMPERATURAS E REGIMES DE ALIMENTAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.20950/1678-2305/bip.2021.47.e616Palavras-chave:
cará;, Cichlid;, water recirculation;, native species.Resumo
O objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho zootécnico de Geophagus brasiliensis criado sob diferentes temperaturas (24,3 ± 0,9, 28,1 ± 1,0 e 31,7 ± 0,8°C) e regimes alimentares (saciedade aparente e taxa de arraçoamento de 4% da biomassa total). Foram selecionados e identificados cerca de 500 indivíduos capturados na natureza, para a triagem de 180 peixes a serem utilizados no experimento (6,81 ± 1,15 g e 7,51 ± 0,47 cm). Após um período de aclimatação de 55 dias, os peixes foram distribuídos em tanques experimentais, considerando um esquema de blocos ao acaso em fatorial duplo, composto por seis tratamentos e três repetições. O desempenho zootécnico, os índices somáticos e o rendimento de carcaça foram avaliados ao final do período experimental (72 dias). Os peixes alimentados até a saciedade aparente apresentaram maiores (p <0,05) peso final, ganho de peso, taxa de crescimento específico e índice hepatossomático. Os animais criados em temperatura de 24,3°C apresentaram maior (p <0,05) peso final, ganho de peso, crescimento específico, índice hepatossomático, menor índice de gordura visceral e de conversão alimentar. Concluiu-se que G. brasiliensis apresenta maiores índices produtivos quando alimentado até a saciedade aparente e criado em temperaturas próximas a 24,3°C.







