Primeiro relato de Tripartiella sp. (Ciliophora: Peritrichia) em Pseudoplatystoma corruscans(Osteichthyes: Pimelodidae) cultivado no Estado De Mato Grosso Do Sul, Brasil, com descrição de nova espécie

Autores

  • Eliana PINTO AQUAVET -  Laboratório de Doenças de Animais Aquáticos, Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal de Lavras
  • Adriana Mello GARCIA AQUAVET -  Laboratório de Doenças de Animais Aquáticos, Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal de Lavras
  • Henrique César Pereira FIGUEIREDO AQUAVET -  Laboratório de Doenças de Animais Aquáticos, Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal de Lavras
  • Mariana Perotti RODRIGUES Laboratório AQUOS - Sanidade de Organismos Aquáticos, Departamento de Aq-­¼icultura, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Maurício Laterça MARTINS Laboratório AQUOS - Sanidade de Organismos Aquáticos, Departamento de Aq-­¼icultura, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) /Departamento de Aq-­¼icultura, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) / Bolsista de Produtividade em Pesquisa/CNPq http://orcid.org/0000-0002-0862-6927 (não autenticado)

Palavras-chave:

Pseudoplatystoma, tricodiní­­deo, Tripartiella pseudoplatystomae n.sp.

Resumo

Este estudo descreve uma nova espécie de Tripartiella Lom, 1959 (Ciliophora: Peritrichia), denominada T. pseudoplatystomae n.sp., em Pseudoplatystoma corruscans cultivado em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. Pequeno tricodiní­­deo com corpo em forma de disco medindo 36,2+3,7 µm de dií­¢metro, disco adesivo 31,9+3,6 µm e anel denticulado 17,3+1,3 µm de dií­¢metro, provido de 29,6+1,2 dentí­­culos. Dentí­­culo com 3,5+0,6 µm, lí­¢mina com 5,9+0,8 µm, raio com 1,6+0,2 µm de comprimento e parte central com 1,4+0,3 µm de largura; curvatura do dentí­­culo com 9,0+1,2 µm. Este espécime foi semelhante a T. cichlidarum, T. orthodens e T. dactylodentata. De T. cichlidarum difere no número de dentí­­culos e comprimento do raio; de T. orthodens difere no número de dentí­­culos e no comprimento da lí­¢mina e do raio; de T. dactylodentata difere nos dií­¢metros do disco adesivo e do anel denticulado, no comprimento do raio e apófise do raio; de T. microctenopomae e T. ctenopomae difere no dií­¢metro do anel denticulado, número de dentí­­culos e comprimento do raio. Tripartiella cichlidarum, T. orthodens e T. ctenopomae apresentam raio mais robusto do que a presente descrição. A lí­¢mina em forma de "dedo†em T. dactylodentata e triangular em T. cichlidarum confirmaram as diferenças em relação ao presente material. Medidas comparativas entre as espécies descritas são apresentadas.

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Publicado

2018-11-04

Edição

Seção

Artigo cientí­fico

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